Joãozinho apaixona-se por Maria.
Apaixona-se pelo brilho que ela tem, pelo sorriso, pelo encanto que transmite, por sua beleza e por sua essência. Joãozinho e Maria começam a namorar e o brilho dela começa a incomodar.
Seu brilho é tão encantador. “como outro resistirá apaixonar-se por ela, é muita beleza” pensa João.
O medo surge, assim como o ciúme, a cegueira e às vezes até a loucura. A imaginação ganha força, “você olhou para outra pessoa”, “você não está se arrumando para mim”, “não gosto quando você vai à academia”, “não gosto que saia com sua irmã”, “quem são seus colegas de trabalho?”, etc etc etc.
Maria por medo e por culpa cede e deixa de fazer suas atividades rotineiras, aquelas que fazia logo que conheceu João.
E por bom comportamento, às vezes, João a presenteia com flores, chocolates, massagem, jantares. Maria quer ver suas amigas, quer voltar para academia... Mas como pode fazer isso com um namorado maravilhoso desse, ela se questiona. Então cede, deixa de viver sua essência, aos poucos se entristece, aos poucos sua beleza já não é a mesma, se fecha, se cala e se apaga. João diz que a ama mais que tudo, mas seus sentimentos estão confusos, mistura de amor e medo. Se sente traído por seus sentimentos. Não encontra mais a Maria por quem se apaixonou, mas também não consegue admitir que queira a Maria de antes, a Maria de sempre. Os dois se entristecem e se subtraem...
Por isso acredito que o amor deva somar, agregar, multiplicar, até dividir, mas nunca nunquinha subtrair. Vou continuar minha busca, minha essência, meu amor.
(co-autoria Bia G.)
terça-feira, 10 de maio de 2011
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3 comentários:
o importante é nunca parar de buscar =)
Muito bom! Disse tudo!Toda panela tem sua tampa e sem precisar se adaptar! ;)
Bjs
vcs disseram tudo!! hehe. valeu pelos comments!! bjs
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